As feridas históricas entre os filhos de Jacó e os filhos de Ismael; ambos meio irmãos e pais do povo judeu e árabe respectivamente; nunca cicatrizaram. O ódio entre irmãos, depois de centenas de invasões, diásporas e guerras sangrentas, atravessou os séculos e chegou até nossos dias.
Assim que Israel foi fundado como Estado independente em 1948, 5 exércitos árabes atacaram o novo Estado judeu, que na época tinha apenas seis tanques da segunda guerra e um avião da primeira guerra e mesmo assim conseguiu deter a invasão. Mais tarde em 1967 estourou a chamada guerra dos seis dias, que quase detonou uma terceira guerra mundial, quando uma coalizão entre Egito, Síria e Jordânia atacou de surpresa pelo Norte, o Sul e o Leste, o Estado de Israel, com cem mil soldados. Israel escapou por milagre, quando os exércitos da, então, chamada RAU-República Árabe Unida - pararam no deserto para reabastecer e descansar, quando o exército de Israel contra-atacou provocando o recuo das forças árabes. Naquela época Israel ocupou o Golan, uma região montanhosa situada ao sul da Síria, antigamente chamada de Basã, então, usada como base de lançamento de mísseis contra Israel. O Golan até hoje não foi devolvido à Síria.
Na mesma ocasião, Israel ocupou também a península do Sinai; que já foi devolvida ao Egito em 1982; e a Faixa de Gaza, que foi devolvida aos palestinos em 2005. A Cisjordânia, também anexada na época por Israel, ainda continua ocupada e ao que parece não vai ser devolvida por questões de segurança, pois, é no território ocupado da Cisjordânia que está a cidade de Jerusalém; atual capital do Estado de Israel; que foi anexada na mesma época e declarada Capital do Estado de Israel desde 1980.
Em 1973, houve uma nova tentativa de destruir Israel por parte das nações árabes na chamada guerra do Yon Kippur, no dia da expiação - um importante feriado judeu.
Em 1982, cansado de ser ameaçado, Israel ordenou a primeira invasão e ocupação do sul do Líbano, que anos mais tarde; em 2000; foi devolvido ao governo libanês.
Todos os dias ouvimos falar nos tele-jornais, dos conflitos e atentados que não tem fim entre palestinos e israelenses, que todos sabemos aonde vai dar e com certeza não será em paz duradoura entre os dois povos irmãos, pois, todos sabemos que o centro da controvérsia e da disputa histórica entre árabes e judeus é a cidade santa de Jerusalém.
2 - A OPERAÇÃO TEMPESTADE NO DESERTO
Em Dezembro de 1990 o, então, presidente dos Estados Unidos George Bush (Pai) ordena o primeiro ataque ao Iraque de Saddam Hussein, que invadiu o Kwait com suas tropas. Saddam revida como pode e na saída do Kwait, mandou queimar poços e refinarias de petróleo.
A chamada Guerra do Golfo que durou cerca de dois meses, mostrou ao vivo para o mundo inteiro pela primeira vez a guerra tecnológica como num verdadeiro War Game - (Jogos de Guerra). A guerra terminou devido às pressões internacionais e com o fracasso dos Estados Unidos na tentativa de derrubar o governo de Saddam Hussein. Em 1994 e 1998, os Estados Unidos lançam diversos bombardeios ao Iraque, em desrespeito por parte do governo daquele país as resoluções da ONU.
3 - ISRAEL E OS PALESTINOS
Em 2000; depois de o primeiro ministro israelense Ariel Sharom entrar desrespeitosamente na mesquita muçulmana de Al Aqza, teve início a mais sangrenta rebelião palestina contra Israel - a chamada Entfada - em Jerusalém e nos territórios ocupados. Israel reagiu violentamente aos ataques e tudo se acalmou com a promessa de um Estado Palestino em 2005, com a intermediação dos Estados Unidos, o que foi chamado pelos americanos de Mapa do Caminho.
4 - O 11 DE SETEMBRO
Em 11 de Setembro de 2001 Nova York desperta com o primeiro ataque real ao território dos Estados Unidos. Terroristas árabes, liderados pelo mega-terrorista saudita Osama Bin Laden, seqüestram 4 aviões de 2 companhias aéreas norte-americanas.
2 desses aviões atingem as duas torres gêmeas do World Trade Center que cerca de 10 minutos depois desabam ainda em chamas aos olhos do mundo todo que assiste ao vivo a superpotência norte-americana ser humilhada em seu próprio território. O terceiro avião atinge o Pentágono que é parcialmente destruído e o quarto avião; cujo alvo supõe-se era a Casa Branca; é abatido no ar e cai na Pensilvânia.
Mais de 3 mil pessoas morrem na maior tragédia americana da história. O então, presidente norte-americano George W. Bush (filho) declara guerra ao terrorismo internacional e ordena o ataque ao Afeganistão derrubando o governo Taliban daquele país e desmantelando o quartel general da Al Qaeda, organização terrorista de Osama Bin Laden, cujo governo afegão apoiava e acobertava.
Osama Bin Laden nunca foi encontrado pelas forças especiais americanas.
Os atentados aos Estados Unidos tem seu fundamento na questão palestina, entre árabes e judeus.
5 - A OCUPACÃO DO IRAQUE
Em março de 2003 com o apoio unilateral da Grã-Bretanha, Bush (filho) ordena a invasão do Iraque que sem resistência capitulou. Saddam Hussein foge e em 2004 é capturado para ser julgado no próprio Iraque.
Hoje o Iraque ocupado pelas forças americanas e aliadas virou terra de ninguém e está praticamente dividido em dois grupos que em meio a brutais atentados ameaçam mergulhar o Iraque numa sangrenta guerra civil entre as facções xiitas (apoiadas pelo governo fundamentalista do Irã) e os sunitas (que ganharam a primeira eleição iraquiana após a ocupação).
O território iraquiano está fora de controle, mas, encontra-se ainda (em 2007) ocupado pelas forças americanas e pelas forças de paz da ONU.
Saddam Hussein foi condenado a forca em dezembro de 2006, pela morte de centenas de curdos e antes de ser executado afirmou que Jerusalém é dos árabes.
Com o caos instaurado e se a guerra civil eclodir, o Iraque será dividido em dois.
6 - ISRAEL E O LÍBANO
Em 2006; após a prisão e morte de um soldado israelense por parte do grupo terrorrista Hezbolah, estabelecido no sul do território libanês; Israel ordena ataques maçiços contra o Líbano, atacando com mísseis, bombardeios, navios e tanques, destruindo toda a infraestrutura do já destruído Líbano.
7 - O IRÃ E A TERCEIRA GUERRA MUNDIAL
Daniel capítulo 11:
"Ora, no fim do tempo, o rei do sul lutará com ele; e o rei
do norte virá como turbilhão contra ele, com carros e
cavaleiros, e com muitos navios; e entrará nos países, e os
inundará, e passará para adiante.
Entrará na terra gloriosa, e dezenas de milhares cairão;
mas da sua mão escaparão estes: Edom e Moabe, e as
primícias dos filhos de Amom.
E estenderá a sua mão contra os países; e a terra do
Egito não escapará.
Apoderar-se-á dos tesouros de ouro e de prata, e de
todas as coisas preciosas do Egito; os líbios e os etíopes o
seguirão.
Mas os rumores do oriente e do norte o espantarão; e
ele sairá com grande furor, para destruir e extirpar a muitos.
E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande
e o glorioso monte santo; contudo virá ao seu fim, e não
haverá quem o socorra."
O caos instalado e generalizado no Iraque e a não observância de Israel em dar aos Palestinos um Estado independente em 2005 - como estava previsto nas conversações de paz chamada pelos Estados Unidos de "Mapa do Caminho"- levará a uma guerra civil que provocará uma nova invasão vinda do Irã que lutará com o governo sunita apoiado pelos xiitas iraquianos. As potências ocidentais tentarão intervir, mas, a guerra se alastrará fazendo com que a face oriental do Iraque, localizada a leste do rio Eufrates, seja ocupada pelas forças Iranianas e xiitas.
O atual governo do Irã está desenvolvendo mísseis, aviões de combate e um programa nuclear próprios e não vão parar de se armar, mesmo com as crescentes ameaças de sanções econômicas e de um provável ataque militar por parte dos Estados Unidos.
Ao longo dos 3 anos e meio finais , o Irã se armará, reunirá forças e aliados e atravessará o grande rio Eufrates para atacar as forças aliadas estacionadas no lado ocidental iraquiano.
O profeta Daniel revela no capítulo 11 de seu livro que, Persas (iranianos e afegãos), Líbios e Etíopes, atacarão Israel, Jerusalém e o Egito, mas, recuarão devido às ameaças do norte (dos Estados Unidos e da Rússia) e do Oriente (da China).
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